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Countdown to Doom!

Afinal, parece que faltam
~d~ dias, ~h~ horas, ~m~ minutos, ~s~ segundos
e ~ms~ milisegundos para que a vergonha regresse!
Durante mais de uma semana, o site dito oficial dizia que ia começar no final de Junho!!! LOLOLOLOL

9.1.06

Mais um «inquérito» 

Agora o inquérito do site oficial pergunta:
«Que estilo musical mais aprecia?»

E as respostas são, nada surpreendentemente tendo em conta quem são os organizadores e quem são os potenciais «clientes» da coisa:
- Heavy Metal
- Dance Music
- Pop Rock

Seguem-se os meus comentários:
- Heavy Metal: género dos anos 80, facilmente identificável pelo comprimento das gaforinas dos cantores e pelo modo como as abanavam enquanto o guitarrista fazia um solo de 2 minutos e meio com distorção. Morreu enquanto género nos anos 90, com o grunge, ou reconverteu-se em inovações como o NuMetal. Já não existe; nem sequer os Iron Maiden fazem Heavy Metal.
- Dance Music: mas que dance music??? trance, hip-hop, rave, jungle, drum'n'bass, techno, funk, R'n'B, lounge ou outro subgénero? Ninguém no seu perfeito juízo diz que gosta de dance music. Quem gosta de lounge pode detestar R'n'B, quem gosta de drum'n'bass pode não suportar techno, etc. etc. Possivelmente o que a organização entende por dance music é a Britney a fazer playback e os Black Eyed Peas. Aviso: a primeira é pop, os segundos são um R'n'B a dar para o hip-hop comercial!
- Pop Rock: este então, ainda é mais vasto, e quase a juntar água e azeite. No (more) comments.

PS: e onde fica a Ivete Sangalo?

28.11.05

And nothing ever happens... 

...nothing happens at all.

Anda um gajo a querer escrever umas coisas contra o RiR, e afinal cada vez sou menos preciso. A organização enterra-se a si mesma: não há notícias, não há bandas, possivelmente nem haverá evento.
Poderei dar o meu trabalho por terminado?

Pensando melhor... o boicote continua, mesmo que o RiR 2006 se cancele por si.

28.10.05

Vamos a votos? NÃO! 

O site oficial não pára de nos surpreender. Agora tem uma sondagem.
A pergunta é «O Rock in Rio deve realizar-se...», e as respostas «Anualmente», «De dois em dois anos» e «De três em três anos».
E que tal a opção «Nunca mais!»??? Se não estiver prevista, é clara manipulação! E como não dá para ver os resultados antes de votar, o que acontece se a resposta for em branco? Em vez de um «Não indicou a sua preferência. Por favor escolha uma das opções», dá «O seu voto ficou registado». Como saber se o voto não está a ser contado como outra coisa qualquer, ou mesmo se não estão a colocar as respostas de todos os distraídos como «Anualmente»?

Boicote ao voto! Boicote à organização! Boicote ao RiR!

27.10.05

Acerto de contas 

O site oficial já veio aqui espreitar. E ainda bem que o fizeram; caso contrário como descobririam que faltam, à data deste post, 211 dias e não 243, como tinham ainda ontem?

24.10.05

Prémio Fairplay 

Ou onde se prova que tudo o que é não oficial representa uma postura muito mais aberta e tolerante...

20.10.05

Disclaimer (ou «Verdadeiro vs. falso») 

Este blog pode não ter um rosto, mas há um rosto (e um corpo, etc., etc.) que tem este blog e nele publica as suas opiniões. Ao contrário, outros blogs não passam de meras manobras de propaganda, «cartas ao director» congeminadas na redacção para encher chouriço. Ocasionalmente, vamos vestir a pele do lobo, numa nova rubrica intitulada «O boicote feito pelos leitores» (em homenagem ao mais Pereira dos Pachecos e ao mais Pacheco dos Pereiras). Segue um curto exemplo:

Caro Walter Ego,
Como tu, também eu boicotei o Rock in Rio Lisboa em 2004. Foram seis belos dias de sol, bons para passear, ir para a praia e por aí adiante. Lisboa esteve praticamente na mesma nesses seis dias; quase nem se diria que houve um festival. Sim, talvez um pouco mais de trânsito ali para os lados da Av. dos Estados Unidos da América e do Feira Nova, mas acho que este ano o pessoal já não vai cair na conversa. Eu vou... passar a palavra a toda a gente e avisá-los para não caírem na esparrela, isto é, aqueles poucos que se deixaram levar da outra vez.

Abraços e ao trabalho,
Augusto Medina
(EU NÃO VOU!)


Imagens dum boicote 

De outros tempos, mas de novo actuais...
(com os devidos créditos aos autores)

Juramento sem Bandeira



Eu não vou




Dito cujo


A promessa 

Alguém voltou a preocupar-se com o Parque da Bela Vista depois de Junho de 2004?
Na altura, ficara prometido que todo o espaço iria ser restaurado. Em vez disso, o muro e tudo o resto ficou na mesma.
A população merece 725 dias de abandono para 5 dias de festa?

Após um longo interregno... 

I'm back!

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1.12.04

Mission aborted? 

Santana abatido por KO!
A hipótese de uma segunda edição do Rock in Rio é assim posta em causa, por desinteresse político-estratégico.

Missão cumprida? A ver vamos!

31.7.04

Vá de retro! 

Vá de retro, Santanáz

22.7.04

A dívida dos 100 milhões de euros 

O novo presidente NUNCA eleito da câmara de Lisboa bem pode pedir um apoio à organização do Rock in Rio. Bem sei que 660 mil euros para a caridade foram pouco e quase nem daria para tapar o buraco de 100 milhões. Mas se devolvessem o milhão que a câmara do santana [mesmo assim, o gajo não merece maiúsculas em lado nenhum] investiu, e a CML vendesse os carros que comprou por 600 mil, já dava para aliviar um bocadinho.

Chapelada 

Provavelmente, Santana Lopes nunca ganhou nenhuma eleição: a de Lisboa não ganhou com quase toda a certeza (obrigado ao Adufe, ao Aviz, ao Irreflexões, ao Tugir e ao VivaEspanha).
Como podemos então admirar-nos que seja primeiro-ministro sem ter sido eleito?

Tudo vai bem neste Portugal chapeleiro do século XIX: nem o Lewis Carroll nem o chapeleiro da Alice imaginariam um país assim!

12.7.04

De luto e em luta 




8.7.04

Vira-casacas 

Um belo dia, no final de Maio, o senhor Manuel Falcão escreveu no seu blog A Esquina do Rio as palavras que se seguem, e que repito apesar de estarem num post mais abaixo:
MARKETING SOCIAL

Querem arranjar um argumento de venda e não sabem como? Arranjem um caso de marketing social e pensem no Rock in Rio. O organizador da coisa conseguiu convencer meio mundo a que hoje, sábado, alguns canais de televisão parem três minutos unicamente para lhe fazer publicidade. Ele disfarça a coisa com uns argumentos sociais mas o spot que enviou para as estações não esconde nada: são três minutos de autopromoção, de narcisismo de pacotilha disfarçado de preocupações antiglobalizantes e sociais. Vigarice pura a terminar com um logo do rock in rio. Nojento.

Agora que o novo presidente do PSD é o Santana Lopes, o post foi apagado. Os inimigos de ontem são os aliados de hoje? O senhor Manuel Falcão está a querer ser o novo ministro da cultura de um governo que não vai existir se houver um mínimo de bom senso e se convocarem eleições antecipadas?
Nojento.

9.6.04

ÚLTIMA HORA: Nada aconteceu 

Palavras do Nuno Markl n'«O homem da conspiração»: O Rock in Rio nunca aconteceu.
Teoria da conspiração por teoria da conspiração, acho que a dele faz mais sentido.

Teoria da conspiração??? 

Dedicado a alguns bujardistas do post anterior:
Não, não é teoria da conspiração. Basta abrir os olhos. Não é por isso preciso que ninguém me pague. Já repararam que (aí sim) as teorias sobre este blog é que são conspiracionistas? («O gajo diz mal deste e daquele? Só pode andar a ser pago! Desmentiu? Mais uma prova de que está a ser pago!»). Não me vêem a criticar o SuperBock SuperRock lá porque é organizado pelo genro do Cavaco, pois não? E eu não posso com nenhum deles, mas pelo menos não vejo que o genro sacrifique a qualidade musical em favor dos big bucks (que acaba por ganhar na mesma) nem que façam jogadas políticas deste género. Até o Manuel Falcão concordaria (aguardo posts mais recentes).

«Por um mundo melhor»? A mim bastaria «Por um espectáculo com qualidade». Para quê chamar a caridade e a política a algo que não quer ser mais do que música?

7.6.04

2007 Odisseia no Beato ou 2006 Eleições no prato? 

A questão é séria e por isso merece um longo post, que quero preparar devidamente para fazer o balanço. Mas não é possível aguardar mais: alguém percebeu a jogada do 2007 que passou para 2006? Aos mais ingénuos, eu explico: no final de 2005, já com a organização a mostrar-se ao público, temos autárquicas (talvez com o Santana ainda candidato); em 2006 temos legislativas e presidenciais (nestas últimas, quem sabe se não se afiambrará de novo o Santana?) A política joga-se agora em estratégias dissimuladas, omnipresentes, de preferência invisíveis. Mas esta é bem clara e só não vê quem não quer. Os romanos chamavam-lhe «panem et circensis», isto é, dêem ao povo pão e circo e ele cala-se. Hoje em dia basta o circo, pois parece que todos querem é votar nos palhaços.

PS: De todos os brasileiros que têm cá vindo comentar, gostaria de saber melhor como foi a relação entre as anteriores edições do Rock in Rio e as presidenciais brasileiras. Quase de certeza haverá ligações, e nelas duvido que entrasse o Lula da Silva.

Dia 6: Tudo ao molho e fé em Deus (ou «Hoje o jantar é roupa velha») 

Ontem foi dia de:

Palco Mundo
Luís Represas: de marxista-fidelista a burguês(so); de MPPista a cantautor de música ligeira (não há outro nome que se adeque). Também tem uns bares, dos quais se fala muito por causa dos copos de papel. O rock não passa por aqui.

Ivete Sangalo: a Daniela Mercury em versão pimba. Alguém que explique aos brasileiros o significado de «música pimba», que eu não tenho pachorra! O rock não passa por aqui.

Alejandro Sanz: um cruzamento genético (defeituoso) de Ricky Martin com Enrique Iglesias. O rock não passa por aqui.

Alicia Keys: o Randy Newman mudou de sexo, pôs missangas no cabelo e converteu-e ao R'n'B? Se foi isso, o resultado deixa muito a desejar. E o rock, mais uma vez, não passa por aqui.

Sting: Ah, agora sim, o rock já passou por aqui. Mas já foi há muitos anos. Agora parece-se mais com o Luís Represas.

Pedro Abrunhosa e os Bandemónio: Não merece nem um peido como comentário. Já gastei demasiadas linhas com o senhor. Contestou o cavaquismo para se vender ao santanismo e o resto está dito.

Tenda Raízes
Tucanas
Amparanóia
Trio Curupira & Hamilton de Holanda
Mariza: o FADO passa por aqui. Eu disse FADO, não disse rock!



Tenda electrónica
Oficina de percussão
Felix da Cat
Desyn Masiello
DJ Vibe
John Digweed

Tenda Mundo Melhor: Celebração de Paz
Imagens do mundo
Vídeo: "Dois Mundos"
Encontro: Tashi Phuntsok
Actuação: Vozes d’África, Lúmen Gentium, Grupo Timorense
Mesa Redonda
Homenagem a Sérgio Vieira de Mello
Show: Fafá de Belém - Para o próximo, virá a Simara????? A Heloísa Miranda????? O Jô Soares???? Cantores de peso, hein?

Imensas razões para ir para a praia, ficar até o frio se tornar insuportável e fazer uma bela jantarada antes de regressar a casa. Foi o que fiz: daí o ter colocado o post com um dia de atraso. É que eu tenho uma vida...

PS: Números da imprensa, que o site oficial deixou de divulgá-los: 100 mil, pela primeira vez atinge-se o previsto. O que prova que afinal se calhar compensa descaracterizar completamente o festival. Alguém foi para mais de um concerto? Então alguém me explica o que leva alguém a gastar 53 euros para ir ver só um tipo, máximo dois?
Acumulado (contando também com o de sábado): Aí uns 400 mil. Razão suficiente para não nos deixarem em paz?

6.6.04

The truth is out there 

Tornou-se finalmente claro como a água. Seu Roberto Medjina nem sequer é brasileiro, e sim extraterrestre.
Ora pensem bem: 1.ª semana do Rock in Rio - Fenómenos OVNI em todo o país - 2.ª semana do Rock in Rio. Não pode ser coincidência. Desde os anos 80, seu Medjina tem vindo a conquistar o Brasil e a colocar sondas anais na população brasileira. O país é grande, foram necessárias três missões à Terra para conseguir um bom número de convertidos. Portugal é mais pequeno, mas pelos vistos mais imune à predação alien, pelo que já está programado o RiR de 2007.
Na primeira semana, o sinal para o espaço exterior, sob a forma de fogo de artifício (eu já tinha avisado, mas na altura pensei que seria uma anexação do Brasil, e não uma coisa interplanetária). Nos dias de intervalo, a primeira fase da conquista. Depois do fogo de artifício da segunda semana, o ataque final.

Muito cuidado com as sondas anais!

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